
O Rio de Janeiro recebe a partir de abril “Einstein”, exposição sobre o maior gênio do século 20. A mostra que desvenda o homem por trás da ciência e apresenta suas teorias de maneira instigante estréia dia 07 de abril no Museu Histórico Nacional, onde fica até dia 06 de junho.
O universo de Einstein é revelado por meio de objetos pessoais, fotos, fac-símiles de cartas e manuscritos e uma série de instalações interativas que usam tecnologia de ponta. Para completar a exposição, há diversas obras de arte de renomados artistas nacionais.
Vista por mais de 02 milhões de pessoas no mundo, a mostra foi ampliada e adaptada especialmente para o Brasil. Foram criadas duas novas seções: “Átomos” e “Einstein no Brasil”. Para tanto, o Instituto Sangari contou com o apoio do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, do Hospital Israelita Albert Einstein e da Universidade Hebraica de Jerusalém. O Instituto preparou ainda um cinema 3D que tem como tema uma incrível viagem pelo espaço.
“Einstein” conta com um forte programa educativo, uma marca do Instituto Sangari em todas as exposições que realiza. Escolas e grupos podem agendar visitas para terem a monitoria de educadores especializados. O percurso inclui atividades sobre espectroscopia e movimento browniano nos “Laboratórios de Aprendizagem” e todos os participantes recebem materiais educativos. Além disso, há um curso gratuito para os professores em que são preparados para as visitas com os alunos e para o trabalho em sala de aula.
O Brasil é o primeiro país do Hemisfério Sul a receber a exposição. A vinda da mostra ao país é o terceiro fruto da parceria entre o Instituto Sangari e o AMNH, o mais importante museu de ciências do planeta. A curadoria original da mostra é do Dr. Michael M. Shara, renomado cientista e pesquisador do Departamento de Astrofísica do AMNH. “Einsten” já foi exibida em Nova York, Chicago, Boston, Los Angeles, Jerusalém, Birmingham, Dallas, Ottawa, Columbus, Istambul, Cleveland e São Paulo.
(Esses videos são sobre a exposição em São Paulo, a mesma que veremos aqui no Rio de Janeiro)Vista por mais de 02 milhões de pessoas no mundo, a mostra foi ampliada e adaptada especialmente para o Brasil. Foram criadas duas novas seções: “Átomos” e “Einstein no Brasil”. Para tanto, o Instituto Sangari contou com o apoio do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, do Hospital Israelita Albert Einstein e da Universidade Hebraica de Jerusalém. O Instituto preparou ainda um cinema 3D que tem como tema uma incrível viagem pelo espaço.
“Einstein” conta com um forte programa educativo, uma marca do Instituto Sangari em todas as exposições que realiza. Escolas e grupos podem agendar visitas para terem a monitoria de educadores especializados. O percurso inclui atividades sobre espectroscopia e movimento browniano nos “Laboratórios de Aprendizagem” e todos os participantes recebem materiais educativos. Além disso, há um curso gratuito para os professores em que são preparados para as visitas com os alunos e para o trabalho em sala de aula.
O Brasil é o primeiro país do Hemisfério Sul a receber a exposição. A vinda da mostra ao país é o terceiro fruto da parceria entre o Instituto Sangari e o AMNH, o mais importante museu de ciências do planeta. A curadoria original da mostra é do Dr. Michael M. Shara, renomado cientista e pesquisador do Departamento de Astrofísica do AMNH. “Einsten” já foi exibida em Nova York, Chicago, Boston, Los Angeles, Jerusalém, Birmingham, Dallas, Ottawa, Columbus, Istambul, Cleveland e São Paulo.
